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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SANTARÉM

ORGÂNICA 

A Biblioteca Municipal de Santarém encontra-se integrada no Núcleo de Bibliotecas e Arquivo, do Departamento de Assuntos Sociais, Ambiente, Património e Educação (DASAPE) da Câmara Municipal de Santarém.

A “REBICOS” – Rede de Bibliotecas do Concelho de Santarém (em permanente construção) integra a Biblioteca Municipal que funciona no palácio dos Barões de Almeirim, na rua Braamcamp Freire, a Sala de Leitura Bernardo Santareno situada no edifício do antigo Ginásio do Seminário na Rua Pedro Canavarro e as Bibliotecas de Freguesia de Amiais, Pernes, Povoa de Santarém, Tremês e Várzea. Esta rede visa o alargamento de intervenção da Biblioteca Municipal com o objectivo de permitir a todos os munícipes o acesso à informação, à educação e ao lazer, contribuindo assim, para o pleno exercício da cidadania.

 

ÁREAS E SERVIÇOS:

·         Informação e Referência

·         Leitura Geral

·         Empréstimo

·         Espaço Infantil

·         Leitura informal de periódicos

·         Internet

·         Reproduções

 

ACTIVIDADES NO ÂMBITO DA PROMOÇÃO DO LIVRO E DA LEITURA:

·         Exposições

·         Mostras bibliográficas/evocativas

·         Apresentação/Lançamentos livros

·         Encontros com autores

·         Conferências

·         Cursos Breves/Formação

      Projectos no âmbito da promoção da leitura: Baús de Leitura; BiblioCafés; BiblioEspaço- Mergulho na Leitura; A Hora do Conto; Crescer na Biblioteca; Mala das estórias; Serviço Educativo “Era uma Vez…”

SABE- Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares.

Documentos digitalizados: Consulta/Impressão – Jornais “Santareno”- 1889; “Correio da Extremadura” actual “Correio do Ribatejo” – 1891 a 1954.

 

HISTÓRIA

A Biblioteca Municipal de Santarém foi inaugurada dia 13 de Junho de 1880 na presença do Presidente da Câmara, Paulino da Cunha e Silva, do Governador Civil, Júlio Lourenço Pinto e da Comissão Popular composta por ilustres da cidade.

A Biblioteca, que abriu ao público em 23 de Setembro de 1880, possuía, em 31 de Dezembro, 835 títulos num total de 1539 volumes, sendo o número de leitores 54. Florentino José Rodrigues foi o seu primeiro bibliotecário cargo que exerceu até à data do seu falecimento (10 de Março de 1906).

Com a Implantação da República, também a Biblioteca Camões foi alvo de reestruturação.

Em Dezembro de 1913, o bibliotecário José Pedroso solicitou a exoneração do seu cargo. Em sua substituição foi nomeado, a 13 de Janeiro de 1914, Laurentino Veríssimo. A Biblioteca retomou um novo fôlego aumentando o número de títulos em parte devido às doações obtidas pelo bibliotecário. Também o número de leitores aumentou significativamente. Em 16 de Outubro de 1915, a Secretaria-geral das Bibliotecas e Arquivos Nacionais remeteu à Biblioteca 103 títulos num total de 143 volumes.

Durante a década de 20, as festas de encerramento do ano lectivo da Escola Primária Superior decorreram numa das salas da Biblioteca assim como exposições e conferências sobre temas diversos. A 5 de Outubro de 1923, foi aí distribuído um bodo aos pobres a fim de comemorar o 13.º aniversário da proclamação da República.

Em 1923, segundo uma Acta da Câmara, Laurentino Veríssimo preocupado em salvaguardar a memória da cidade solicitou “… que os documentos antigos em manuscrito que existam nos arquivos da Câmara transitem para a biblioteca municipal, o que julga de muito útil engrandecimento daquele estabelecimento.” Como resposta, ficou a aguardar “…a oportunidade para quando se instalar a Biblioteca “Anselmo Braamcamp Freire”, para onde será removida a biblioteca municipal que ficará a cargo do município.”

A morte de Anselmo Braamcamp Freire, em 1921, permitiu que a cidade recebesse um importante legado que para além do palacete de família incluía livros, manuscritos e obras de arte. O facto do testamento do benemérito permitir a integração da biblioteca municipal levou à sua transferência entre Janeiro e 14 de Abril de 1926 para o palacete Braamcamp. Nesse período, a Biblioteca Camões contava com 14 992 volumes e tinha 3155 leitores.

As duas bibliotecas inauguradas a 20 de Abril de 1926 passaram a conviver no mesmo espaço mas com bibliotecários e filosofias diferentes. Manuel Granado Vidal e Laurentino Veríssimo mantiveram a organização das bibliotecas que representavam desde o registo à catalogação dos livros e manuscritos. Veríssimo acumulava o papel de encarregado do Museu.

No final da década de 50, os fundos das duas bibliotecas foram fechados e criou-se a Biblioteca Municipal de Santarém, dirigida primeiro por Alzira Proença e posteriormente por Bertino Coelho Martins. Presentemente, o fundo da biblioteca é constituído por cerca de 120 000 títulos.

Além das anteriores remodelações que a casa já tinha sofrido, em 1977 voltou a ser alvo de uma recuperação e ampliação que se tornava cada vez mais urgente, dado a crescente afluência de público. Assim, de 1977 a 1989, a Biblioteca Municipal de Santarém esteve instalada no edifício do Arquivo Distrital de Santarém.

Actualmente, nesta casa, funciona a Biblioteca Municipal de Santarém e está igualmente aberto ao público o espaço da Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire, tratando-se de espaços fisicamente distintos.

 

FUNDOS

Livraria Anselmo Braamcamp Freire

A livraria de Anselmo Braamcamp Freire é composta por cerca de 10 000 volumes de grande riqueza histórica e cultural. Destacam-se títulos como a primeira edição raríssima de Ásia de João de Barros (1552 a 1615); a Segunda parte da Crónica de Damião de Góis (1566), com a assinatura do cronista e o manuscrito original de Thesouro da nobreza de Portugal por Frei de Santo António e Silva

Biblioteca Camões

O fundo desta biblioteca é constituído por cerca de 10 000 volumes doados por personalidades da cidade como Laurentino Veríssimo, cónego Duarte Dias, Manuel António das Neves e Ernestino Paiva Sá Nogueira entre outros.

D. José de Almeida e Vasconcelos

A doação foi feita em vida pelo advogado e benemérito constituindo um fundo de cerca de 4000 volumes.

António Ginestal Machado

Doação feita em 2008 pelos descendentes do político e educador. O fundo é constituído por cerca de 1200 títulos.

Outras Doações

O fundo da Biblioteca Municipal conta com outros importantes legados de personalidades ligadas à história de Santarém: Adelaide Félix, Virgílio Arruda, Manuela Azevedo, entre outros.

 

MISSÃO

A Biblioteca Municipal de Santarém tem como missão criar condições tendentes à promoção da educação, da cultura, da informação e do lazer em torno do livro e da leitura, de modo gratuito e de acordo com os princípios consignados pelo Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas

  

VISÃO

Contribuir para o pleno desenvolvimento da comunidade onde se integra, promovendo valores humanos fundamentais no exercício dos direitos humanos e da cidadania.

 

VALORES

Qualidade; Conhecimento; Inovação: Acessibilidade; Liderança; Identidade; Responsabilidade Social; Cidadania.

 

OBJECTIVOS 

- Elevar os níveis de literacia dos portugueses através da promoção da leitura, assumida como factor de desenvolvimento individual e de progresso colectivo.

- Proporcionar a todos os munícipes o livre acesso à cultura e à informação possibilitando o uso de equipamentos de tecnologias de informação e comunicação.

- Facultar a consulta e leitura de livros, periódicos, documentos audiovisuais, multimédia e electrónicos.

- Promover actividades de forma a dar resposta às necessidades de informação, cultura, lazer, aquisição de competências, educação e qualificação das pessoas.

- Conservar, valorizar, promover e difundir o património respeitante ao fundo local, contribuindo para reforçar a identidade cultural da região.

- Difundir e facilitar documentação e informação em diversos suportes satisfazendo as necessidades do cidadão.

Actividades
Horário e Contactos
Horário: 2ª a 6ª Feira das 9h30 às 18h30

Morada
: Rua Braamcamp Freire
2000-094 Santarém

Telefone: 243 330 240
Fax: 243 304 479
E-mail:
biblioteca@cm-santarem.pt

Documentos
Anselmo Braamcamp Freire

Breve biografia de Anselmo Braamcamp Freire

 
 
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