“Ideias do Antigamente” lança concurso para a conceção de Chapéu Mod’AMBIENTE com materiais reciclados e reutilizados
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“Ideias do Antigamente” lança concurso para a conceção de Chapéu Mod’AMBIENTE com materiais reciclados e reutilizados
 

A terceira edição do projeto “Ideias do Antigamente Promovem o Ambiente” da Divisão de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (DADS), da Câmara Municipal de Santarém (CMS) foi apresentada no dia 25, pelas 11 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, numa cerimónia liderada por Luísa Féria, vereadora da CMS, que contou com as intervenções de Maria João Cardoso, chefe da DADS da CMS, Ana Margarida Ferreira, vice-presidente do Instituto de Arte, Design Marketing (IADE), Theresa Lobo e Carlos Barbosa, IADE, e Samuel Silva, da Associação Empresarial de Portugal (AEP).

Maria João Cardoso, considera “fundamental nestas iniciativas de ambiente e desenvolvimento sustentável, a comunidade estar bem representada”, por isso agradeceu a adesão a todos os presentes, bem como à sua equipa de trabalho por todo o empenho, antes de passar a apresentar as iniciativas para 2011 do “Ideias do Antigamente Promovem o Ambiente”.

Para a edição deste ano foi lançado um concurso nacional de design de moda, que visa a produção de um chapéu, sob a temática do Ano Internacional das Florestas. Os participantes têm que apresentar obrigatoriamente os seus trabalhos através da reutilização e reciclagem de materiais. Com o objetivo de fomentar um consumo sustentável, este projeto organiza ainda diversos workshops, que decorrem entre 25 de Novembro e 16 de Dezembro, onde se inclui uma “Mostra de Produtos Regionais”, dia 25 pelas 15 horas na Casa do Ambiente, em Santarém, de vinhos, queijos, azeites, doces e pão, seguida pela degustação de um “chá das cinco”, produto oriundo de uma plantação de Alcanede, quando forem 17 horas, que será servido em fainça em chacota, loiça típica fabricada em Tremês.

Luísa Féria lembrou a importância da parceria do IADE, resultante do protocolo assinado com Autarquia em 2010, num momento de escassez de verbas para a realização de iniciativas e a ausência de patrocínios como o da Gulbenkian de há dois anos. Ainda assim, olha com otimismo para a continuação do projeto, considerando que existe o essencial, “a boa vontade de todos”.

Numa altura de crise, que o País atravessa, é ainda mais importante “promover os nossos produtos e os nossos criadores”. Dirigindo-se à camada mais jovem da assistência, que considera “o futuro do nosso país”, a Vereadora da CMS referiu a importante componente pedagógica desta iniciativa para a promoção de um consumo sustentável. Aproveitou ainda para elogiar o trabalho desenvolvido pela equipa da DADS da CMS junto das escolas e das empresas na promoção ambiental.

Ana Margarida Ferreira, acredita que “podemos, de forma criativa, desenvolver em conjunto estratégias que nos permitam, de forma mais equilibrada e integrando as três dimensões da sustentabilidade, produzir qualquer coisa que faça a diferença”.

Carlos Barbosa aproveitou a ocasião para falar da importância do design na conceção dos produtos.

 

Theresa Lobo fez uma retrospetiva da evolução dos chapéus, mostrando as formas que este acessório tem vindo a assumir ao longo das várias décadas. Mais do que um acessório de moda, o chapéu também tem um papel de status, diferenciação social. A sua apresentação terminou com a exibição de várias criações de chapéus em papel, como forma de produção sustentável. Fator de extrema relevância para todos os interessados em participarem no desafio lançado pela divisão de ambiente da Câmara de Santarém.

Para falar de empreendedorismo e da promoção dos produtos nacionais, Samuel Silva, veio até Santarém mostrar resultados das campanhas “Compro o que é nosso” e “Portugal. A minha primeira escolha”, que têm como logomarca a letra “P” como abreviatura de Portugal, para designar os produtos fabricados no nosso país. Segundo um estudo levado a cabo, a AEP pode afirmar a grande importância e sucesso com o aumento significativo na venda dos produtos que estão associados à marca P. Neste momento, este projeto conta já com 2500, com um volume de negócios de cerca de 14 mil milhões de euros.

Consulte o regulamento do concurso Chapéu Mod’AMBIENTE
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