Aproveite o que Santarém tem para lhe oferecer até ao fim de semana
quarta-feira:
Esta quarta-feira, dia 14 de agosto, a artista brasileira Ludmilla, principal figura da 1ª edição do Santarém Summer Fest, apresenta-se na antiga Escola Prática de Cavalaria de Santarém, num espetáculo que também conta com a participação de CEF, Laton, Rui Orlando, Soraia Ramos e Batuta Dj. Os portões abrem às 20h00 e encerram às 02h00. A Praça da Alimentação vai estar em funcionamento durante todo o evento.
Bilhetes à venda no Bar R25, situado no Jardim da República e através da Blueticket.pt: https://www.blueticket.pt/Event/4558/LUDMILLA e nas lojas Worten: https://www.worten.pt/worten-bilhe…/bilhete-ludmilla-6364990 .
Preços (valores sujeitos a alterações conforme disponibilidade): Plateia 10€ | Golden Circle (próximo do palco) 15€ | Camarote (com open food/snacks) 20€
Sob o tema “Por uma Juventude Melhor”, o Santarém Summer Fest tem também um cariz solidário: na compra de um bilhete, um euro reverte para a instituição local O Vigilante - Centro de Apoio à Infância e à Juventude de Santarém.
Numa organização conjunta da Câmara Municipal de Santarém, com o Grupo Chiado e a RVB Produções, o Santarém Summer Fest promete levar ao grande público da região, diversão, entretenimento e acima de tudo muita música.
A artista brasileira Ludmilla é autora de sucessos como “Cheguei”, “Din Din Din” e dos mais recentes “A Boba sou eu” e “Favela Chegou”, sem esquecer a sua participação em “Onda Diferente”, com Anitta e Snoop Dogg.
sábado:
Este sábado, dia 17 de agosto, das 10h00 às 13h00, as ruas do Centro Histórico da Cidade recebem o Percurso/Tradição, que conta com a participação do Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontaínhas, numa organização do INATEL. Esta iniciativa está integrada no In.Santarém 2019 - Festival de Artes e Cultura.
No Jardim Portas do Sol, entre as 10h30 e as 12h00, tem lugar a ‘Animação Desportiva’ com diferentes atividades para famílias, uma ação que conta com o apoio da DECATHLON. Entre as 11h00 e as 12h00, tem lugar uma sessão de ‘Yoga para todos’, com orientação dos monitores da AMA - Associação Movimento Aberto. Esta iniciativa está integrada no In.Santarém 2019 - Festival de Artes e Cultura.
A partir das 21h45, a Ribeira de Santarém recebe o XXXIII Festival de Folclore “Rio Tejo”, organizado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém.
A decorrer:
Até dia 30 de agosto, visite o Arquivo Histórico Municipal-Mostra Documental “Falam documentos de outras eras”, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire. Patente de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.
Prencipio de haver correio nesta Villa.
Em quarta feira vinte ehum dias domes/ de maio [1642] se fez vareasão evienda aellas ofi/siais seguintes Cristovão Couseiro e alvro de Mancellos e morais e pedro afonso Azurar vareadores e gaspar dias de oliveira procurador do Conselho e gregorio simois e simão gonsalves misteres // Logo nadita Camara foi apresenta/da huma quarta feita em nome de Luis Gomes da mota fidalguo dacasa de/ Sua Magestade coreo mor deste reino pella/ qual apresentava per coreo Asistente / nesta villa eluguar assistente seu anto/nio peres teixeira morador nesta villa oque [sic] pellos ditos oficiais da Camara aseitarão/ asobre dito coreo e mandarão que se apre/ goase peresta villa que nella avia coreo/ que quem quisesse mandar cartas perco/reodo reino fosse aCasa delle suplicante antonio/ peres eviaraa Camara perselhe faserem / asdeclarasois que fossem nesessário peraobem/ coreo e que mandarão fazer este termo/ que assinarão aqui eu Francisco Carllohoens. Assinam os mesmos oficiais em vereação.
A Informação escrita há muito que nos acompanha de diversas formas de representação, desde os primórdios da civilização humana no mundo. Evolução tão intrínseca ao ser pensante. Assim como, a necessidade de informação. No reino português a atividade de distribuição da correspondência fazia-se pelo correio real. Desempenhavam igualmente tais funções os então escudeiros, predominava informação de carater oficial do reino e reinos satélites. O correio comercial e particular era servido pelos almocreves, barqueiros, caminheiros, carreteiros de transporte a cavalo e mesmo a pé, estabeleciam ligações comerciais, regionais, nacionais e mesmo internacionais. No século XVI foi criado o lugar de correio-mor, desempenhado por Luís Homem. No século seguinte, Filipe II vendeu o cargo a Luís Gomes da Mota.
Na vila de Santarém em 1642, foi criado e serviço postal, como nos prova a Ata precedente, proposto por Luís Gomes da Mota. No ano de 1646, a 18 de julho, em vereação do mesmo dia, foi arrematado o serviço postal, por Luís Fernandes, de Pombal, por cinco mil réis. Esse serviço era realizado com muitos obstáculos ao longo dos séculos. Segundo Frei Luís de Sousa e D. Luís da Cunha, uma carta demorava uma semana a quinze dias, dependendo da distância, até meados do século XVIII. Para o bom desempenho desta atividade, era necessário haver em cada localidade notável um posto de correio com serviço de carros e cavalos, para os mercadores se poderem servir. Porém, no evoluir dos tempos as vias de comunicação também foram sempre melhoradas, a nível terrestre, fluvial, marítimas e mais tarde, ferroviárias e aéreas. A primeira estrada portuguesa a ser construída foi de Lisboa a Coimbra, em finais do século XIX. Após a Revolução Industrial, com o surgimento da máquina a vapor tudo ficou mais célere. Na atualidade a comunicação fica à distância de um click informático.
Bibliografia:
AHCMSTR – Livro de Actas da Camara Municipal de Santarem. (1642-1647); SERRÂO, Joel (Dir.) [et. al], (1992] – Dicionário de História de Portugal. Porto: Livraria Figueirinhas. Vol. 2.
Até dia 30 de agosto, visite a Mostra Bibliográfica “A Vinha e o Vinho”, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire. Patente de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.
“A Vinha e o Vinho” foram a temática adotada para a 56ª Feira Nacional de Agricultura 2019, um certame nacional que atrai milhares de pessoas a Santarém.
Numa região essencialmente agrícola, como é o Ribatejo, com grande peso na economia local, o cultivo da vinha e a forte produção do vinho têm demonstrado ao longo dos tempos uma grande capacidade produtiva e uma divulgação crescente em vinhos de qualidade.
A Biblioteca Municipal de Santarém associa-se ao grande certame agrícola com uma exposição bibliográfica sobre a temática durante o mês de junho.
Até dia 30 de agosto, visite a Exposição Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.
De 01 de julho a 30 de setembro está em destaque trimestral uma obra da autoria de Bartolomeu Cid: “Bispo do mar”, gravura s/ papel, datada de 1968.
Até dia 31 de agosto, visite a Exposição Bibliográfica Vamos ler… Agustina Bessa Luís (1922-2019), na Sala de Leitura Bernardo Santareno. Patente de segunda a sexta-feira das 09h30 às 18h00 e sábados 09h30 às 12h30.
Agustina Bessa Luís, brilhante e conceituada escritora portuguesa faleceu na cidade do Porto, onde residia, no recente dia 03 de junho de 2019, com 96 anos.
Homenageamos a grande escritora com uma Mostra Bibliográfica e divulgamos o vasto e diversificado trabalho literário que produziu ao longo da sua vida. Uma vasta obra que versa não apenas Romances, mas também Biografias, Ensaios, Livros Infantis, Peças de Teatro e ainda Guiões de Cinema. Agustina Bessa Luís, nome literário, foi galardoada com inúmeros Prémios e distinções. Destacamos o Prémio Camões que recebeu em 2004 e já na verdura dos seus 81 anos e em 2005 foi-lhe atribuído o título de Doutora Honoris Causa pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Até dia 21 de setembro visite a Exposição Cartografia Sentimental, no Palácio Landal.
Exposição Cartografia Sentimental é um projeto expositivo híbrido, que explorará a relação das pessoas com a cidade, nomeadamente, com a zona histórica, criando tangentes a questões como a Topofilia, das cidades que se modificam todos os dias e de como transformamos espaços em lugares.
Até 24 de dezembro, visite a Exposição ‘Urbanidade - 150 anos de Elevação de Santarém a Cidade (1868-2018)’, em várias ruas, praças e largos de Santarém. A mostra pode ser vista em diferentes pontos do planalto, onde várias telas apresentam a evolução da terra através de imagens acompanhadas por pequenos textos explicativos. A exposição divide-se em duas partes, a segunda encontra-se na Casa do Brasil - Casa Pedro Álvares Cabral, onde a cerca de 300 fotos se juntam objetos e filmes que mostram as principais conquistas da jovem cidade, desde a cultura e do desporto, educação e saúde, ao abastecimento e saneamento público, dos transportes e comunicações, até ao urbanismo, dos espaços verdes ou aos quarteis militares.
Em permanência:
Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.
No Núcleo Museológico do Tempo encontra-se em exposição temporária um relógio de mesa, do início do século XX, em terracota policromada, representando duas crianças. Este relógio é proveniente da coleção de relojoaria do Museu Municipal de Santarém e está patente até 31 de agosto de 2019.
Sujeito a marcação através dos contatos: tel. 243 377 290 / 912 578 970
Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h15 e das 14h00 às 17h15. Contato: tel.- 243 357 288.
Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scallabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.
A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que lhe permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem.